sexta-feira, 20 de março de 2009
A NÃO PERDER... SEXTA -FEIRA
sábado, 14 de março de 2009
Domingo III Quaresma
A purificação do templo: «Destruí este templo e em três dias o levantarei»
Estava próxima a Páscoa dos judeus e Jesus subiu a Jerusalém. Encontrou no templo os vendedores de bois, de ovelhas e de pombas e os cambistas sentados às bancas. Fez então um chicote de cordas e expulsou-os a todos do templo, com as ovelhas e os bois; deitou por terra o dinheiro dos cambistas e derrubou-lhes as mesas; e disse aos que vendiam pombas: «Tirai tudo isto daqui; não façais da casa de meu Pai casa de comércio». Os discípulos recordaram-se do que estava escrito: «Devora-me o zelo pela tua casa». Então os judeus tomaram a palavra e perguntaram-Lhe: «Que sinal nos dás de que podes proceder deste modo?» Jesus respondeu-lhes: «Destruí este templo e em três dias o levantarei». Disseram os judeus: «Foram precisos quarenta e seis anos para se construir este templo e Tu vais levantá-lo em três dias?» Jesus, porém, falava do templo do seu corpo. Por isso, quando Ele ressuscitou dos mortos, os discípulos lembraram-se do que tinha dito e acreditaram na Escritura e na palavra de Jesus. Enquanto Jesus permaneceu em Jerusalém pela festa da Páscoa, muitos, ao verem os milagres que fazia, acreditaram no seu nome. Mas Jesus não se fiava deles, porque os conhecia a todos e não precisava de que Lhe dessem informações sobre ninguém: Ele bem sabia o que há no homem.
Jo 2, 13-25
Domingo III Quaresma
Estamos na terceira semana da Quaresma e quero partilhar convosco algumas preocupações.
Sei que têm dificuldade em entender o Evangelho deste domingo: Jesus entra no Templo e, ao vê-lo cheio de vendedores, faz um chicote de cordas e expulsa-os dali. Quando imaginam a cena, até custa acreditar que Jesus atira as mesas ao chão, afugenta os animais às chicotadas e enfrenta os negociantes que estão a fazer o que sempre se fez naquele lugar.
Eu mesmo me pergunto: como é que este Jesus tão condescendente e tolerante de repente “parte a loiça toda”? Será que para Ele existem situações intoleráveis? Olhando para Jesus e para vocês, é então que surge a preocupação que quero partilhar. Vocês jovens vivem em ambientes em que a vossa vida está em jogo. Muitas vezes, em determinadas situações, podem encontrar quem queira negociar com a vossa vida, pessoas interessadas apenas em tirar partido e aproveitar-se das vossas possibilidades. Podem “ser lobos em pele de cordeiro” ou ladrões que querem roubar o melhor de vocês.
Penso, por exemplo, nas novas tecnologias. A net ou a rede é um espaço que, quando usado com liberdade responsável, pode ajudar o desenvolvimento e crescimento pessoal e melhorar a comunicação entre as pessoas. No entanto, a net pode ser prejudicial e destrutiva. Vocês sabem que ela pode ser também espaço para a pornografia, o branqueamento de dinheiro e variados tipos de enganos. É contra essas coisas que Jesus reage energicamente. O que Ele quer é expulsar das vossas vidas tudo o que vos enreda e bloqueia, impedindo de serem vocês mesmos. Por tudo isso, meus amigos, convido-vos a fazerem os vossos próprios chicotes. Sugiro-vos o chicote da crítica construtiva e das opções selectivas, que vos ajude a distinguir e a escolher aquilo que verdadeiramente vos dá dignidade, que enche o vosso coração de Vida, que vos leva bom porto, que faz com que possam viver como filhos “na casa do Pai”, para que não tenham de padecer as consequências de quem vive “numa cova de ladrões”.
Abraços Grátis - Freehugs
A ideia é boa e vai ao encontro do que nós queremos, desinibir e desbloquear conversas, sorrisos, partilhas…
O movimento dos abraços grátis começou na Austrália com Juan Mann e é um fenómeno social reportado por sites como o Youtube e ocorrendo em diversos países do mundo. A ideia é sempre a mesma, promover o resgate de valores humanos que vêm sendo perdidos dia a dia.
Para quem quiser saber mais sobre este movimento pode pesquisar por aqui :
http://www.freehugscampaign.org/
http://www.youtube.com/watch?v=vr3x_RRJdd4
http://pt.wikipedia.org/wiki/Free_Hugs
terça-feira, 10 de março de 2009
REFLEXÕES

Tu és a verdade,
A justiça!
Ouve o meu coração,
Ele pede que me guies,
Que me escutes,
Que me ajudes!
Preciso de Te ouvir,
Quero tentar compreender,
Porque é que viveste por nós
E nós nem por nós mesmos conseguimos viver?
Escuta a minha prece,
Escuta a minha questão
Eu só quero saber
Onde está o caminho,
Onde está a salvação?
São tantos os trilhos,
Tantas as ruas
Minadas de vícios
De gente que se mata
E tu continuas a dizer,
Não desistes,
Tu pedes…
“Amai-vos”
Que devo fazer?
Por onde devo ir?
É difícil compreender,
Mas por vezes eu quero fugir…
E o Teu Pai diz para te escutarmos,
Mas, por vezes,
Não entendo.
O que tenho de fazer,
Por onde devo ir.
Vem Senhor,
Eu preciso de te ouvir.
Por : Ana Évora
domingo, 8 de março de 2009
Domingo II Quaresma
Domingo II Quaresma
«Este é o meu Filho muito amado: escutai-O».
Mc 9, 2-10
“Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João e subiu só com eles para um lugar retirado num alto monte e transfigurou-Se diante deles. As suas vestes tornaram-se resplandecentes, de tal brancura que nenhum lavadeiro sobre a terra as poderia assim branquear. Apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus. Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés, outra para Elias». Não sabia o que dizia, pois estavam atemorizados. Veio então uma nuvem que os cobriu com a sua sombra e da nuvem fez-se ouvir uma voz: «Este é o meu Filho muito amado: escutai-O». De repente, olhando em redor, não viram mais ninguém, a não ser Jesus, sozinho com eles. Ao descerem do monte, Jesus ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, enquanto o Filho do homem não ressuscitasse dos mortos. Eles guardaram a recomendação, mas perguntavam entre si o que seria ressuscitar dos mortos.”
Domingo II Quaresma
Queridos jovens:
É de noite. Estou sentado junto de uma fogueira que me proporciona a luz necessária para poder escrever-vos de novo, nesta segunda semana da Quaresma.
Ao olhar o fogo, penso em vocês e como gostam da noite! A noite para vocês é sinónimo de diversão, música, festa, alegria, amigos... e tudo isso ocupa um lugar central na vossa vida. Muitos de vocês procuram no vosso tempo livre a auto-realização e o afecto que vos motiva e anima. Desejam ter uma experiência interior intensa, transformante e quase de êxtase em cada festa.
Hoje imaginava que a experiência diante de Jesus transfigurado, que Pedro, Tiago e João tiveram, deve ter sido assim: festiva, intensa, de uma alegria desconhecida, uma experiência transformante e quase embriagante. Como diz o salmo: “tu dás ao meu coração mais alegria do que quando abunda o trigo e o vinho” (Sal 4, 8). A experiência afectiva do Senhor, o contemplá-lo como Ele é, e o poder desfrutar intensamente da sua amizade, do seu olhar e da sua palavra é o que nos entusiasma e fascina.Perguntarão donde é que me saiu a ideia que os discípulos estavam tão entusiasmados. Pois bem, eles próprios é que disseram a Jesus: “Que bom é estarmos aqui. Façamos três tendas...” e fiquemos (Cf. Mc 9, 5). Não é isto que vocês sentem nas festas? Mas vejo que há uma diferença entre as vossas festas e a que Jesus proporciona aos seus amigos: a vossa acaba quando acaba a noite; e a de Jesus continua sempre, porque a sua presença é que faz a festa. Ele acompanha os seus amigos no caminho, provocando a transfiguração da vida e dando-lhes continuamente o prazer da sua companhia.
Domingo I Quaresma
"Naquele tempo, o Espírito Santo impeliu Jesus para o deserto. Jesus esteve no deserto quarenta dias e era tentado por Satanás. Vivia com os animais selvagens e os Anjos serviam-n’O. Depois de João ter sido preso, Jesus partiu para a Galileia e começou a pregar o Evangelho, dizendo: «Cumpriu-se o tempo e está próximo o reino de Deus. Arrependei-vos e acreditai no Evangelho".
Mc 1, 12-15
Tantas vezes quebramos a aliança estabelecida com Deus. É isto que nos diz o Evangelho, mas há sempre uma forma de recompor essa aliança. Hoje em dia já não se fala tanto em aliança, mas, porque não falar em compromisso, em fidelidade ou promessa?…
Cada vez que somos tentados pelo pecado, cada vez que olhamos para o lado e nos desviamos do caminho de Jesus estamos a quebrar o compromisso. “Arrependei-vos e acreditai no Evangelho”, esta é a frase que nos dá a esperança de poder voltar ao caminho. Cada um de nós sabe o que tem feito, de bem e de mal. Cada um de nós tem de se conhecer bem para que haja uma reflexão do caminho que tomamos
Domingo I Quaresma
Eu, Paulo, apóstolo de Cristo, escrevo a vós jovens da Paróquia de Anta, desde a outra margem. Daqui, onde estou, as minhas cartas são o único meio de me fazer presente entre vós e abrir o meu coração.
Quero acompanhar-vos durante este tempo de Quaresma-Páscoa e à luz do Evangelho de cada semana, desejo dar-vos a conhecer aquilo que me cativou no Senhor Jesus.
Sei que são críticos, que estão cansados de palavras ocas e que não gostam de sermões. Portanto, não vos vou cansar com teorias, simplesmente quero partihar convosco a minha experiência d’ Aquele que mudou o rumo da minha vida.
Ouvir dizer que na vossa linguagem não aparecem palavras como tentação ou pecado, e que estão convencidos de que fazer o que vos apetece é sempre bom, porque dá gozo, prazer e satisfação. Compreendo que não é fácil para vocês entender o Evangelho deste domingo. Jesus é tentado no deserto e, em vez de fazer exclusivamente o que o seu corpo e o seu ego pedem, tenta compreender e fazer a vontade do seu Pai. Porque é que Jesus não fez o que lhe apetecia? Se tinha fome, porque não transformou as pedras em pão?
Proponho-vos um exemplo para reflectirem: quando utilizam um GPS para ir a um lugar que não conhecem, são livres de não seguirem as suas instruções, ninguém se incomoda por isso. Mas, no fim de contas, se o fizerem, quem ficará prejudicado são vocês, pois pode passar o tempo e nem sequer chegarem à meta. Nunca vos ocorreu que Jesus, querendo aproveitar a sua vida, tenha decidido livremente que o seu GPS fosse a Palavra de Deus e as orientações do Pai?
Agora, meus amigos, convido-vos a ler o Evangelho de Marcos e a pensar se realmente vale a pena ter um GPS que nos oriente para alcançar a meta da nossa vida, a verdadeira felicidade que procuramos.
sábado, 7 de março de 2009
Quarta-Feira de Cinzas

O período da quaresma tem como objectivo ser um tempo no qual as actividades e hábitos pecaminosos são abandonados. A quarta-feira de cinzas é o início deste período de arrependimento, já o motivo pelo qual este dia ficou conhecido como quarta-feira de cinzas é que são 40 dias antes da Sexta-feira Santa, e o primeiro dia é sempre uma quarta-feira.
CAMINHADA QUARESMA_PÁSCOA 2009
Durante a Quaresma, e como aquilo que Paulo fez em primeiro lugar foi conhecer verdadeiramente Cristo e o seu Evangelho, semana após semana, será ele próprio a “pegar” nos temas do Evangelho e a traduzi-los em questões reais da vida dos Jovens.
Durante o Tempo de Páscoa, Paulo, aquele que conheceu e nos deu a conhecer o Cristo do Evangelho, que nos desafia a valorizar a nossa vida, está pronto para O anunciar nas suas viagens apostólicas.. e porque estamos na era das novas tecnologias! As viagens agora também se fazem nas auto-estradas virtuais!...
Assim, para cada semana da Caminhada, podem encontrar aqui um wallpaper para colocar no PC para não te esqueceres que estás em Quaresma_Páscoa !
segunda-feira, 2 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Não se trata de uma actividade “obrigatória”, mas é interessante irem.
Partida para o Porto às 13h55.
Chegada a S. Bento às 14h25 e rumo à Igreja de S. Lourenço (Igreja dos Grilos)
Viagem de regresso às 17h05.
Chegada a Espinho às 17h35 e rumo ao salão paroquial de Anta.
Lanche (cada um deverá trazer o seu).
Até Sábado,
«Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo» - exposição
Com o intuito de dar a conhecer, de uma forma simples e didáctica, a figura e a obra de tão grande homem de Deus, esta exposição é constituída por 4 módulos:
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Afinal, quem somos nós?
Como qualquer grupo de catequese, nós seguimos a Palavra e, de uma forma simples, buscamos objectivos e exemplos para o nosso dia-a-dia.
Quem lidera o nosso grupo?
Não seria uma boa apresentação se deixasse de lado aqueles que tão bem coordenam o grupo, que nos ensinam e nos ajudam a ver a vida de uma forma diferente. Aqueles que fazem deste grupo um “nós” com vontade de aparecer a cada Sábado (uns com maior vontade, outros com menor), mas com vontade para mais um encontro onde aprenderemos, de certo, a conhecermo-nos melhor e ao que nos rodeia.
O Nuno Pinto:
Sobre ele, e as restantes catequistas, não chegariam as minhas palavras para os descrever, no entanto, vou tentar, resumidamente, apresentá-los, da melhor forma que consigo.
O Nuno é, antes de catequista, um jovem com uma vontade imensa de demonstrar a sua alegria, amizade e simplicidade. É um jovem com uma grande capacidade crítica e um bom “professor”, sim, porque, tal como as outras duas catequistas, o Nuno, ensina-nos de uma forma agradável e interessante, assuntos, que muito provavelmente seriam aborrecidos se fossem dados noutros moldes. Por outro lado, o Nuno, não deixa ninguém indiferente ao seu sentido de humor sempre presente e realmente importante nas nossas secções semanais.
Ele faz a diferença com o seu espírito inquietamente alegre e divertido.
A Cristiana:
Uma jovem catequista, bem disposta e com um espírito aberto que facilita a compreensão das nossas opiniões e da mensagem que eles nos querem fazer passar. A Cristiana deixa no ar sempre alguma questão que mesmo que não seja colocada directamente, é uma interrogação que permanece em nós e nos dá vontade de ouvir, mais e mais, a discussão desse tal assunto.
A Cristiana é mais que uma catequista, uma boa companheira na diversão e compreensível, com ela, sabemos que nunca estamos longe de sorrir. O seu espírito extremamente aberto faz com que nos sintamos à vontade no tema tratado e faz com que sejamos um grupo de bons companheiros, de bons amigos.
A Margarida:
É uma catequista que revela poucas vezes o seu lado mais divertido, mas consegue fazê-lo. A Margarida é, tal como os outros catequistas, uma boa “professora” em termos de como deveremos utilizar a palavra no nosso dia-a-dia.
O seu espírito mais sério equilibra um riso quase constate no nosso grupo.
E nós? Quem somos nós?
É de realçar que se não fossemos nós os catequistas não tinham a quem ensinar a vida, a quem “pedir silêncio” quando o riso e a conversa são constantes!
Em primeiro lugar, tenho que dizer que somos “um todo”, que cada um tem o á vontade de discordar do outro em relação ao assunto tratado e assim se gerar um debate empolgante, sim, porque, de facto, isto acontece imensas vezes, referindo-me em particular ao Carlos que, com o seu espírito de oposição e poder de argumentação demonstra sempre a sua opinião em relação a qualquer assunto que estejamos a tratar.
Cada um, à sua maneira, sabe intervir, dar a sua opinião, provocar o riso, ser inconveniente, interessado, ter um ponto de vista completamente diferente e demonstrá-lo, pois TODOS fazem do grupo o que ele é: pessoas unidas para aprenderem e quererem mudar, de formas diferentes, um mundo, em que vivemos. Cada um, aos poucos, vai adquirindo, um poder crítico sobre o que lhe rodeia e os assuntos mais remotos do fundo do nosso ser.
Na amizade, na palavra, nos risos e nos desabafos, estamos juntos, em cada Sábado e estamos juntos com a ajuda do rei dos céus: Cristo.
Por: Ana Évora









